Ok, ok, eu confesso. Há exatamente um ano criei esse blog com o intuito de transformá-lo num diário virtual, ou qualquer coisa do gênero, mas...... falhei. Até hoje.
Não garanto postagens diárias e nem nada parecido, mas posso assegurar que esse cantinho será a minha válvula de escape. Menos cigarros, mais postagens - meta para 2012 MODE ON.
"Mas quem é que vai querer ler isso aqui????" Bem, isso eu não sei.. Talvez queiram, talvez não.. Talvez sejam os amigos, mas talvez sejam aqueles com quem nunca troquei uma palavra... Pode ser até que ninguém nunca dê um mísero "clique" nesse blog, mas o fato é que escrever me faz bem e cheguei a conclusão de que tenho uma necessidade quase que fisiológica de colocar meus sentimentos pra fora. Então, para aliviar os ouvidos dos meus amigos, farei desse blog a minha "sessão do descarrego" e quem quiser que leia.
Esses dias, após alguns acontecimentos bastante doloridos pra mim, me lembrei que aos 11 anos de idade escrevi uma espécie de poema (ou pelo menos acreditava que era), aonde discursava sobre decepções (sim, aos 11 anos). Não me lembro o motivo pelo qual me sentia dessa forma na época, mas não me esqueço do sentimento que me motivou à escrevê-lo: o de me sentir "quebrada", como um espelho após uma queda brusca. Resolvi fuçar minhas quinquilharias aqui em casa, mas nada de achar os tais rabiscos. Queria tanto não o ter perdido nesse meio tempo...... Lembro-me com clareza do quão visceral foi esse depoimento e de alguns dos questionamentos que me acometiam diante daquela sensação que, para mim, era novidade na época... Era a primeira vez que tentava "juntar os cacos" e parece que já previa a minha dificuldade em "levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima"... Dezessete anos se passaram e a sensação continua a mesma... Enfim.. Obviamente que não lembro do texto na íntegra, mas algumas frases me vêm à cabeça com alguma facilidade.. Vou tentar montar esse quebra-cabeças e volto aqui pra contar direitinho, eu prometo.
Diante disso, devo concluir que já sou uma menina intensa desde sempre... Estranha, eu confesso, porém intensa. O desafio é descobrir até onde isso é positivo ou não....
Questões, questões e mais questões... Essa é a minha vida. Esse é o meu clube.
Ah sim: perdoem os erros de português ou digitação: a luz aqui está apagada, eu tb já estou apagando e estou M-O-R-R-E-N-D-O de preguiça de revisar tudo isso. rs
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